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domingo, 4 de outubro de 2009

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O ultimo post foi em Novembro de 2008. Estamos Quase em novembro de 2009. Nesse periodo a unica coisa que mudou foi a intensidade das perdas e frustrações. Não vou escrever sobre sentimentos ou falhas. Afinal isso já foi dito aqui por diversas vezes.

Após 2 dias de uma separação complicada e até violenta, chego à conclusão que o ser humano gosta de sofrer. Procura por isso. O sinais sempre indicam como o caminho que se está seguindo será e as possibilidades trágicas de final. No entanto nós continuamos tentando, tentando. Pra no final encontrar exatamente aquilo que não queríamos, mas que sabíamos. Percebi também nesse meio tempo que passamos por uma cegueira momentânea e deixamos de enxergar o que era óbvio. Enfim...

Posteriormente apresentarei minha visão. Tentarei mostrar a razão ou explicação para tudo isso que acontece. O ser humano não é tão complicado assim. O problema é não conseguimos aceitar ou enxergar o mundo como ele realmente é. Vemos somente o que queremos. Entrarei agora em meu casulo e só sairei quando estiver totalmente recarregado e pronto.

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terça-feira, 15 de abril de 2008


- Alô! Oi mãe!
- Olá, meu filho, tudo bem?
- Sim.- Está no trabalho?
- Não. Estou a caminho.
- Pegou o guarda-chuvas? Está agasalhado?
- Estou bem mãe.
- Cuidado pra não tomar chuva, acabei ficando gripada por conta disso.
- Está bem.
- Quando você virá aqui?
- Não sei.- Eu te amo. – disse ela carinhosamente.
- Ok. – respondi secamente.
- Sabe disso não é mesmo?
- Bem, se você está dizendo...
- Mas você sente que eu te amo? - questionou, pouco antes das lágrimas escorrerem por seu rosto.
- Já disse. Não importa mais.
- Você é o meu primogênito e eu te amo demais. Preciso que sinta isso, pois é a verdade.
(Choro incontido)
- Agora tanto faz...
- Sempre fiz tudo por você...
- Mais uma vez, isto é você quem diz...Adeus!

Analisando o diálogo acima, podemos afirmar que(Assinale apenas uma alternativa):
a) Trata-se de um relacionamento perfeito entre mãe e filho.
b) A mãe está preocupada com a saúde do filho.
c) A mãe não se preocupa com o filho.
d) O filho é insensível e destrata a mãe.
e) O filho se preocupa com a mãe.

sábado, 12 de abril de 2008

Será Possível?




Começando pelos adultos na família, os seus papéis variam muito, tendo NYE (cit. por STANHOPE, 1999) considerado como característicos os seguintes: a
  1. “Socialização da criança”, relacionado com as atividades contribuintes para o desenvolvimento das capacidades mentais e sociais da criança;
  2. "Cuidados às crianças”, tanto físicos como emocionais, perspectivando o seu desenvolvimento saudável;
  3. “Papel de suporte familiar”, que inclui a produção e/ ou obtenção de bens e serviços necessários à família;
  4. “Papel de encarregados dos assuntos domésticos”, onde estão incluídos os serviços domésticos, que visam o prazer e o conforto dos membros da família;
  5. “Papel de manutenção das relações familiares”, relacionado com a manutenção do contacto com parentes e implicando a ajuda em situações de crise.
  6. “Papel terapêutico”, que implica a ajuda e apoio emocional aquando dos problemas familiares;
  7. "Papel recreativo”, relacionado com o proporcionar divertimentos à família, visando o relaxamento e desenvolvimento pessoal.
(fonte - Wikipédia)

Será possível então, deixar de ter ou ser uma família? Será possível ser sozinho no mundo? Será possível viver sem depender do afeto, apoio ao desenvolvimento social, físico e mental? Será possível viver sem o suporte financeiro? Será possível viver sem contato com tios, avós, pais ou irmãos? é possível viver sem suporte mental para resolução de problemas cotidianos? Será possível viver sem diversão?

É...é possível sim..